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  • Oficial da Aeronáutica

Tarciso Tavares Tato

Mongaguá (SP)
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Sobre mim

Aeronauta, ex dirigente sindical, anistiado político, foi fundador e coordenador do Núcleo de Anistiados do Sindicato Nacional dos Aeronautas (NASA), fundador e presidente da UNAA- União Nacional de Aeronautas Anistiados e Agente Voluntário da AVB

Comentários

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Tarciso Tavares Tato
Comentário · há 8 anos
FATOS, SEM FAKES
Pesquisa feita pelo Professor Pablo Vieira Florentino:

"a justificativa que mais ouço entre amigos que pensam diferente de mim nesta questão dos dois é de que o PT acabou com o Brasil. Que foram 13 anos de destruição. Será que eles realmente destruíram o Brasil? Gastei toda a minha manhã de hoje em extensa pesquisa de dados oficiais dos principais indicadores sócio-econômicos do Brasil antes e depois dos 13 anos de PT. Vamos a eles:

SALÁRIO MÍNIMO:

Em 2003: R$240,00
Em 2016: R$880,00

Um aumento de 266% no período enquanto a inflação acumulada foi de 123%. Fazendo a correção, o salário de 2003 equivale a R$535,39 em 2016. Ou seja, um aumento real de 2003 pra 2016 de incríveis 64%.

Fontes: Min. Fazenda, IBGE e FGV.

IDH - ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Em 2003: 0,695
Em 2016: 0,755

Fonte: PNUD - ONU

DISTRIBUIÇÃO DE RENDA (GINI)

Em 2003: 0,586
Em 2016: 0,491

O índice GINI mede o grau de desigualdade de um país. Quanto mais próximo de 1, mais desigual é.

Fonte: IBGE

EXTREMA POBREZA

Em 2003: 10,5% (Banco Mundial) 17,5% (IBGE)
Em 2016: 4,2% (Banco Mundial) 9,2% (IBGE)

O Banco Mundial e o IBGE usam rendas diferentes para critério de extrema pobreza. Em ambos percebemos uma queda acentuada (60% e 47,4% respectivamente) no percentual da população que vive em extrema pobreza.

Fontes: Banco Mundial e IBGE

TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL
(a cada mil nascidos)

Em 2003: 21,5
Em 2016: 14

Uma queda de 34,8% no período. Vale ressaltar que em 2016 tivemos uma epidemia de Zika no país q elevou a taxa de mortalidade infantil, o que torna essa queda mais expressiva.

Fonte: IBGE

TAXA DE ANALFABETISMO

Em 2001: 12,4%
Em 2016: 7,2%

Uma queda de 42% no período.

Fonte: INEP - MEC

ENSINO FUNDAMENTAL
(jovens de 16 anos com ensino fundamental concluído)

Em 2003: 57%
Em 2014*: 74%

Um crescimento de 29,8%.

*O estudo do PNE com base no PNAD que serviu de fonte para estes dados era de 2014, portanto não trazia dados de 2016.

Fonte: Observatório do PNE

PIB

Em 2002: 1,48 trilhões
Em 2016: 6,26 trilhões

Corrigido pelo IGP-M, o PIB de 2002 equivale a 3,53 trilhões em 2016. Ou seja, tivemos um aumento de 323% que, considerando as correções, representa um aumento real de quase 80% no nosso produto interno bruto.

Fonte: IBGE e FGV

RESERVAS INTERNACIONAIS

Em 2003: U$ 37,6 bilhões
Em 2016: U$ 370 bilhões

Um aumento de 884%. Quase 10 vezes maior de quando pegou pra quando entregou o governo.

Fonte: Banco Central

ENSINO SUPERIOR

Em 2002: 466,2 mil alunos concluiram
Em 2014: 837,3 mil alunos concluíram

De 1995 a 2002: 2,4 milhões concluíram
De 2003 a 2014: 9,2 milhões concluíram

O aumento de pessoas com nível superior reflete o sucesso de políticas públicas como o ProUni e também é consequência da melhora da renda da população em geral que passou a ter condição de pagar pelos estudos.

Fonte: MEC

DESEMPREGO

Em 2003: 13%
Em 2014: 4,3% (Fim do 1o mandato da Dilma)
Em 2016: 11,3%
Hoje: 12,3%

A redução da taxa de desemprego do início do governo PT até o início da crise, quando a Dilma ganhou a reeleição, havia sido de 67%. Com a crise que vivemos até hoje este indice subiu bastante, mas mesmo assim se encontra abaixo de 2003 quando o PT entrou. Ou seja, apesar da nossa percepção de que nunca esteve tão ruim, de desesperança e de caos, de fundo do poço, ainda assim está melhor que antes do PT entrar.

Fonte: IBGE - PNAD

Mortalidade infantil para crianças até 1 ano
2003: 27,48%
2015: 13,08%
a menor em 11 anos. IBGE.
(contribuição de Jonice Oliveira / Suzanne Xavier)

Diante dos dados acima, continuar repetindo que o PT destruiu o Brasil é algo que não cabe. É negar os fatos, a realidade.O Brasil que o PT deixou é melhor do que o que pegou em todos os índices.
Todo o mal que fizeram não invalida os avanços alcançados.
Espero ajudá-l@ na escolha para o 2 turno com estes dados. Prefiro daqui a 4 anos ter estes dados a ter tudo isso destruído e termos q recomeçar do zero." "

Prof. Pablo Vieira Florentino

Pablo Vieira Florentino é graduado em Ciência da Computação pela UFBA e concluiu o mestrado em Engenharia de Sistemas e Computação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 2003. Atualmente é professor assistente do Instituto Federal da Bahia no curso de bacharelado em Engenharia Elétrica. Atua na área de sistemas de informação, com ênfase em banco de dados e desenvolvimento de sistemas web. Tem concentrado sua produção cientifica e atividades técnicas em modelagem conceitual, mapeamento objeto-relacional, SGBDS distribuídos, grades computacionais e datamining. Foi analista de sistemas em projetos da Embratel e da Marinha do Brasil, além de ter sido concursado para analista de sistemas do IBGE, tendo atuando no datawarehouse desta instituição durante um ano.
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